Quando o código ainda tem género
Há uma pergunta que faço há anos a raparigas no ínicio de sessões sobre carreiras tecnológicas. Uma pergunta simples: “Alguma vez pensaste em trabalhar com tecnologia?” A resposta mais comum não é um “não” convicto. É um encolher de ombros. Um “não sei se sou boa nisso”. Um silêncio que diz tudo.









