Nos últimos anos, muito mudou no ambiente digital e social em que crescem as crianças e jovens. Viveram uma pandemia e “descobriram” ferramentas de IA Generativa. Deparam-se com frequência com “teorias da conspiração” e informação falsa nos seus feeds e recomendações. Enfrentam a pressão constante do scroll e tantos outros desafios.
Como é que os jovens avaliam as suas competências digitais?
Como estão os seus conhecimentos digitais?
Que conteúdos negativos encontram e como reagem a eles?
Como pensam o seu futuro digital?
Que importância têm a idade, o género e o meio social em que vivem?
Estas são algumas das questões que estarão em destaque na Conferência EU Kids, que decorre nos dias 7 e 8 de setembro, no Auditório B1 da NOVA FCSH. Ao longo dos dois dias serão apresentados os resultados de um estudo sobre as vidas digitais de crianças e jovens, mostrando de que forma o mundo digital se cruza com as suas atividades de comunicação, estudo e lazer. Os dados revelam diferenças entre a perceção que têm das suas competências digitais e os seus conhecimentos efetivos, bem como o impacto dos riscos, antigos e emergentes, numa perspetiva de direitos digitais. O programa inclui ainda painéis dedicados aos usos digitais, à resiliência digital, à cidadania, à literacia digital e à inteligência artificial generativa, bem como mesas-redondas sobre riscos, mediação e participação de crianças e jovens no ambiente online. Alexandra Curvelo, Diretora da NOVA FCSH, Carla Costa, Inspetora-chefe na Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e Criminalidade Tecnológica da Polícia Judiciária, Carolina Esteves Soares, coordenadora da Unidade de Cibercrime da APAV e gestora da Linha Internet Segura e Cristina Ponte, docente da NOVA FCSH e membro da rede europeia EU Kids Online, serão algumas das oradoras desta conferência.
A inscrição é obrigatória, podendo optar pela participação presencial ou online. O programa completo pode ser consultado aqui.
