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Quase 1 em cada 3 empresas não fez teste à cibersegurança

O relatório anual da ENISA inquiriu mais de mil organizações sobre práticas de segurança. Mais de um quarto das empresas (28%) revelou que precisa de três meses ou mais para corrigir vulnerabilidades.

As empresas da União Europeia (UE) investem em média 1,5 milhões de euros na área da cibersegurança, o equivalente a 9% dos orçamentos previstos com tecnologias de informação (TI). O valor está em linha com os orçamentos de 2024, mas há agora um foco maior em “tecnologia e outsourcing, em vez de expansão interna das equipas de cibersegurança”. É esta uma das principais conclusões do relatório anual da Agência da União Europeia para a Cibersegurança (ENISA), divulgado esta segunda-feira, 8 de dezembro.

O relatório “NIS Investments 2025” mede o pulso às organizações abrangidas pela diretiva NIS2, as regras que pretendem garantir um nível mais elevado de resiliência e cibersegurança na UE. A ENISA questionou 1.080 organizações, tanto do setor público como do privado, em 27 Estados-membros. A amostra é composta maioritariamente por empresas de grandes dimensões (83%); as pequenas e médias empresas (PME) têm um peso equivalente a 17%.

Multas pesadas e responsabilização dos gestores. Vêm aí regras novas de cibersegurança e apanham mais empresas

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FONTE: SAPO.PT