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Sete empresas portuguesas no índice de igualdade de género da Bloomberg

Sete empresas portuguesas estão no grupo de 484 companhias globais do Índice de Igualdade de Género da Bloomberg para 2023. Esforço das empresas para atrair e reter mulheres em cargos de liderança e redução do “fosso salarial” entre as medidas analisadas.

Sete empresas portuguesas no índice de igualdade de género da Bloomberg

Sete empresas portuguesas estão no grupo de 484 companhias globais do Índice de Igualdade de Género da Bloomberg para 2023. Esforço das empresas para atrair e reter mulheres em cargos de liderança e redução do “fosso salarial” entre as medidas analisadas.
Sete empresas portuguesas estão no grupo de 484 companhias globais do Índice de Igualdade de Género da Bloomberg para 2023. Esforço das empresas para atrair e reter mulheres em cargos de liderança e redução do “fosso salarial” entre as medidas analisadas.

São sete as empresas portuguesas que fazem parte do Índice de Igualdade de Género da Bloomberg, edição de 2023, divulgado esta terça-feira, 31 de janeiro: Banco Comercial Português, a EDP – Energias de Portugal, a EDP Renováveis, a Galp Energia, a Jerónimo Martins, a REN – Redes Energéticas Nacionais, e a Sonae.

Das 620 empresas que apresentaram a sua candidatura com dados relativos ao ano fiscal de 2021, o índice distinguiu 484 empresas de 45 países de todo o mundo, em 54 setores de atividade.

Este índice, da responsabilidade da Bloomberg, visa “ajudar as empresas e os investidores a medir o desempenho de género em várias dimensões”, segundo a agência noticiosa.

Todas as empresas incluídas na lista pontuaram acima dos mínimos definidos pela Bloomberg num conjunto de critérios de avaliação. Entre as dimensões avaliadas estão o esforço das empresas para atrair e reter mulheres em cargos de liderança; as formas implementadas pelas empresas para fechar o chamado “fosso salarial” entre homens e mulheres; e os programas internos para fomentar uma cultura inclusiva e de igualdade de oportunidades.

O índice avalia também as medidas, e a eficácia delas, contra o assédio sexual e o tratamento de denúncias; e a perceção externa da empresa junto dos diferentes grupos que contactam com ela em várias áreas como a integridade da sua cadeia de abastecimento, a representação interna e externa de mulheres, e os apoios dados às mulheres na comunidade.

O estudo é feito através da recolha pela Bloomberg de dados públicos, presentes em documentos como relatórios e contas; e pela resposta a um questionário pelas empresas com 70 questões.

Fonte: SIC NOTÍCIAS